
Vila Mariana - São Paulo
A fertilização in vitro é um dos principais tratamentos da medicina reprodutiva. Indicado em diferentes situações de infertilidade, o procedimento consiste na fecundação do óvulo fora do corpo da mulher, em ambiente laboratorial controlado. Após a formação dos embriões, um ou mais são transferidos para o útero, com objetivo de alcançar a gestação.
A técnica é amplamente utilizada em clínicas de reprodução assistida no Brasil e no mundo, com protocolos que variam conforme idade, reserva ovariana, histórico clínico e causas identificadas da infertilidade.
Importante: A FIV não é o primeiro passo do tratamento, mas sim uma etapa indicada após investigação completa das causas e análise do perfil do casal.
A fertilização in vitro pode ser indicada em diferentes situações, incluindo:
Obstrução ou ausência das tubas uterinas
Baixa reserva ovariana
Endometriose moderada ou severa
Infertilidade masculina (alterações graves no espermograma)
Falhas em tratamentos anteriores (como inseminação artificial)
Casais homoafetivos femininos (com ou sem gestação compartilhada)
Mulheres acima de 37 anos que desejam aumentar as chances de gravidez
A indicação depende de uma análise individual. Em alguns casos, outras abordagens podem ser mais indicadas.

Etapas da FIV: como funciona o processo completo
Cada protocolo de fertilização in vitro é adaptado às características do casal, mas o fluxo técnico segue um padrão clínico bem estabelecido.
Etapas principais:
Indicado para:
Mulheres com obstrução tubária
Casais com infertilidade sem causa aparente (ISCA)
Casais com idade avançada ou baixa reserva ovariana
Casos em que outros tratamentos falharam
Pacientes que desejam fazer teste genético (PGTA)
Contraindicado quando:
A causa da infertilidade ainda não foi diagnosticada
Há possibilidade real de gravidez por métodos menos invasivos
Existem condições médicas que impedem a estimulação ovariana ou a coleta de óvulos

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Diferenciais do tratamento de FIV no IPRH
Atendimento realizado pelo próprio especialista
Mais de 5.000 ciclos de FIV conduzidos
Laboratório próprio, com controle total do processo técnico
Protocolos individualizados, ajustados ao perfil de cada paciente
Investigação completa antes de iniciar qualquer tratamento
Conduta médica baseada em evidência e experiência clínica
Dr. Geraldo Caldeira, uma trajetória de 35 anos em reprodução humana

Dr. Geraldo Caldeira
Médico especialista com mais de 40 anos de experiência em ginecologia, sendo 35 deles dedicados exclusivamente à Reprodução Humana. Formado em São Paulo, com especializações internacionais em centros de referência na Espanha (Valência e Barcelona). Fundador e diretor do Instituto Paulista de Reprodução Humana, onde conduz pessoalmente os casos mais complexos.
Especialização em Reprodução Humana – Instituto Dexeus, Barcelona (Espanha)
Graduado em Medicina pela PUC Campinas
Residência em Ginecologia e Obstetrícia pela Casa Maternal Dona Leonor Mendes de Barros
Título de Especialista em Ginecologia e Obstetrícia (TEGO) – FEBRASGO
Especialização em Ultrassonografia – Faculdade de Medicina de Valência (Espanha)
Qual a diferença entre FIV e inseminação artificial?
Na inseminação artificial, o esperma é colocado diretamente no útero da paciente, e a fertilização acontece naturalmente. Já na FIV, a fecundação ocorre fora do corpo, em laboratório, com embriões formados antes da transferência. A FIV é mais indicada para casos complexos, enquanto a inseminação é recomendada em situações mais simples.
Quantas tentativas de FIV são recomendadas?
É possível fazer FIV depois dos 40 anos?
A FIV dói?
O que acontece com os embriões que não são transferidos?
FIV tem riscos?

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