
Vila Mariana - São Paulo
O congelamento de óvulos, também chamado de preservação da fertilidade, é um tratamento em que os óvulos são coletados, congelados e armazenados em laboratório, com o objetivo de serem utilizados no futuro, quando a paciente decidir tentar a gestação.
Desejam adiar a maternidade, mas preservar sua fertilidade atual
Estão em fase fértil, mas ainda sem parceiro ou planejamento imediato
Vão passar por tratamentos oncológicos ou cirurgias que podem afetar os ovários
Têm histórico familiar de menopausa precoce ou baixa reserva ovariana
O congelamento não é garantia de gravidez futura, mas aumenta significativamente as chances em comparação com tentar engravidar mais tarde, com óvulos mais envelhecidos.

Como funciona o congelamento de óvulos
O procedimento segue uma rotina clínica estruturada e segura:
Etapas do processo:

A fertilidade feminina está diretamente ligada à idade. A partir dos 35 anos, a quantidade e a qualidade dos óvulos tendem a cair mais rapidamente. Por isso, o ideal é que o congelamento seja feito até os 35 ou 36 anos, embora ainda possa ser realizado depois disso, com avaliação da reserva ovariana.
O mais importante é que a decisão seja baseada em informações claras e exames objetivos, como o AMH (hormônio antimülleriano), que mede a reserva ovariana.
Não existe um número exato que garanta a gravidez no futuro. Em geral, quanto mais óvulos congelados, maiores são as chances. O número ideal varia conforme a idade e a resposta da paciente à estimulação.
Mulheres mais jovens, com boa reserva ovariana, costumam congelar entre 10 e 20 óvulos em um único ciclo. Em casos com baixa resposta, pode ser necessário repetir o protocolo para alcançar um número seguro.


Não. O congelamento aumenta as chances, mas não garante a gestação. Assim como na fertilização in vitro (FIV), o sucesso depende da qualidade dos óvulos, do embrião formado, do útero da paciente e de outros fatores envolvidos no processo reprodutivo.
Ainda assim, há uma diferença significativa entre tentar engravidar com óvulos congelados aos 33 anos e tentar naturalmente aos 40, com os óvulos dessa idade.

Diferenciais do procedimento no IPRH
Acompanhamento direto com o Dr. Geraldo Caldeira em todas as fases
Diagnóstico completo da reserva ovariana antes da decisão
Laboratório próprio com tecnologia de vitrificação
Armazenamento em estrutura controlada e rastreável
Equipe com décadas de experiência em preservação da fertilidade
Conduta médica clara, objetiva e sem indução de tratamentos desnecessários
Dr. Geraldo Caldeira, uma trajetória de 35 anos em reprodução humana

Dr. Geraldo Caldeira
Especialista em Reprodução Humana com mais de 35 anos de experiência na área. Atua de forma criteriosa na indicação de cada tratamento, com foco técnico e atendimento personalizado.
Formado em São Paulo, com especializações na Espanha. Fundador e diretor do IPRH, onde conduz pessoalmente as principais decisões clínicas.
Especialização em Reprodução Humana – Instituto Dexeus, Barcelona (Espanha)
Graduado em Medicina pela PUC Campinas
Residência em Ginecologia e Obstetrícia pela Casa Maternal Dona Leonor Mendes de Barros
Título de Especialista em Ginecologia e Obstetrícia (TEGO) – FEBRASGO
Especialização em Ultrassonografia – Faculdade de Medicina de Valência (Espanha)
Até que idade posso congelar óvulos?
O ideal é até os 35 anos, mas ainda é possível realizar o procedimento após essa idade, desde que a reserva ovariana esteja preservada. A partir dos 40, as chances de sucesso caem bastante.
Quanto tempo os óvulos podem ficar congelados?
Quanto custa o congelamento de óvulos?
É preciso fazer FIV no futuro para usar os óvulos?
Congelamento de embriões e congelamento de óvulos são a mesma coisa?
O procedimento é doloroso?

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